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SOCIEDADE PORTUGUESA DE PNEUMONOLOGIA ADVERTE PARA PERIGOS DO CIGARRO ELETRÓNICO

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia (SPP)  advertiu para os perigos do cigarro eletrónico e para a incidência que este  pode ter nas doenças respiratórias, num comunicado hoje divulgado.

Considerada uma das principais causas da elevada incidência de doenças  respiratórias, o cigarro electrónico – segundo a Sociedade Portuguesa de  Pneumologia – é “um pretexto para introduzir a nicotina no mercado”.

O cigarro eletrónico continua a dividir as opiniões no que se refere  à sua utilização na cessação tabágica, ainda que o Parlamento Europeu (PE)  proponha que os cigarros eletrónicos continuem a pertencer à categoria dos  produtos de tabaco, em vez de serem equiparados a medicamentos.

A cessação tabágica foi um dos temas que esteve na base de alguns dos  debates do XXIX Congresso de Pneumologia que decorre em Albufeira, no Algarve,  desde sexta-feira, e que termina no domingo.

A discussão do primeiro dia do congresso incidiu sobre a cessação tabágica,  considerada a única medida de tratamento efetiva para evitar a progressão  e a incidência das doenças respiratórias.

O tabaco é um dos mais elevados fatores de risco das doenças respiratórias  que matam anualmente 12% da população portuguesa e cinco milhões de pessoas  em todo o mundo, segundo a SPP.

Lusa

CONSUMO DE ANTIDEPRESSIVOS EM PORTUGAL AUMENTOU

O consumo de antidepressivos em Portugal mais  do que triplicou desde 2000, segundo um estudo da autoridade portuguesa  do medicamento (Infarmed), que não relaciona o aumento do consumo destes  medicamentos nos últimos dois anos com o resgate financeiro.

O consumo de antidepressivos passou de pouco mais de 20 doses diárias  por 1.000 habitantes em janeiro de 2000 para quase 90 doses diárias por  1.000 habitantes em março de 2013, segundo o Infarmed.

O estudo “A Utilização de Psicofármacos no Contexto de Crise Económica”  pretendeu analisar o nível e a tendência de utilização de psicofármacos  associada à implementação do Memorando de Entendimento, assinado em 2011.

“Entre 2000 e 2012 ocorreu um aumento da utilização em todos os subgrupos,  mas mais evidente nos antidepressores e antipsicóticos”, refere o estudo,  ressalvando que a tendência de crescimento se verifica desde o início do  período estudado, não se alterando significativamente após a implementação  do memorando.

O estudo indica ainda que, embora os ansiolíticos, sedativos e hipnóticos  “não tenham apresentado um crescimento acentuado, são o subgrupo que, claramente,  apresenta o maior nível de consumo, acima de outros países europeus”.

“Os resultados confirmam que a implementação do memorando de entendimento  não está associada a uma alteração quer na tendência quer no nível de utilização”,  conclui o estudo, que regista uma alteração “estatisticamente não significativa”  na utilização dos ansiolíticos, com um ligeiro decréscimo no consumo a partir  de 2011.

Numa perspetiva global, o Infarmed conclui que “o número de doentes  em tratamento com psicofármacos não aumentou em consequência da implementação  das medidas constantes do memorando”.

Considera ainda que as redes sociais e familiares podem ter “atenuado  o impacto da instabilidade económica na saúde mental dos portugueses”.

Avança ainda outras hipóteses que podem explicar os resultados: a diminuição  da procura de consultas de saúde mental ou uma maior sensibilização dos  médicos de clínica geral e familiar para uma utilização mais adequada destes  medicamentos.

Dados recentes relativos ao consumo de psicofármacos revelam que, até  agosto de 2013, os portugueses compraram em média, por dia, mais de 75 mil  embalagens de antidepressivos, estabilizadores de humor, tranquilizantes,  hipnóticos e sedativos.

Divulgados pela consultora IMS Health, os dados registam um aumento  de 1,9% face ao mesmo período do 2012.

No total, entre janeiro e agosto deste ano, foram vendidas 18 milhões  de embalagens destes medicamentos, mais 339.961 caixas relativamente ao  período homólogo de 2012, indicam os dados divulgados pela agência Lusa  em setembro.

Lusa

50 ANOS, 50 CANTIGAS

4 de março de 2013

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David Ripado, Lara Afonso, Rui Drumond e Suzana Pinto recordam-nos os sucessos que estão na memória de todos.

Lisboa, Menina e Moça; Olhos Castanhos; Coimbra; Recordar é Viver; Verde Vinho; Pó de Arroz e Pedra Filosofal são algumas das canções que são revisitadas no espetáculo.

50 Anos – 50 Cantigas/ do Estado Novo à Democracia é um original de Jan Van Dijck, Ana Martins e Charles Brideshead, com a produção e arranjos musicais de Marco Quelhas.

O preço é de 17 euros. O primeiro espetáculo é dia 8 de março.

CALOIRO AOS 72 ANOS

27 de fevereiro de 2013

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Horácio Ramos, aluno de Sociologia da Universidade Técnica de Lisboa, continua com grande vontade de aprender. Recusou o título de reformado sedentário e apostou numa licenciatura.

Veja o vídeo apresentado a seguir:

COMO SER UM BOM PADRASTO OU UMA BOA MADRASTA:

7 de setembro de 2012

Tempo, paciência e sabedoria são essenciais para conquistar um lugar junto dos novos enteados.

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Formar um par com alguém que tem já crianças de uma relação anterior não é uma decisão irrelevante. A maior parte das vezes é mais do que um casal a formar-se: é uma família recomposta. Perante este quadro, colocam-se várias questões: como amar filhos que não são seus? Com encontrar o seu lugar junto destes e fazer-se respeitar? Que papel ter na sua educação?

Para ajudar a viver os primeiros passos de um bom relacionamento entre padrastos, madrastas e enteados, aqui ficam alguns conselhos para esta facilitar esta nova fase da vida.

Dar tempo
Não nos tornamos um bom padrasto ou boa madrasta a partir do momento em que decidimos constituir família com um dos seus pais. “É a vida do dia a dia do novo casal que permite encontrar o lugar de ser bom padrasto ou boa madrasta.

Do ponto de vista psicológico, é semelhante à forma como nos tornamos bons pais: é preciso experiência e tempo sobre a nova situação. Os reencontros e momentos passados juntos antes da vida em comum permitem conhecer-se com mais doçura e descobrir-se pouco a pouco. Mas, sem dúvida, é a convivência que marca o princípio da experiência de padrasto ou madrasta. Partilhar o pequeno-almoço, dar banhos aos mais novos, ver um filme juntos no sofá… Só o quotidiano permite aproximar-se verdadeiramente das crianças, ocupar-se deles, protegê-los e, portanto, ligar-se.

Refazer uma família exige tempo, tanto aos adultos como aos filhos! É preciso não esquecer que uma família recomposta é fruto de uma família destruída, com tudo o que isso pode implicar de sofrimento e dificuldades! Tristeza, culpa, raiva… Cada membro da família ressente-se, à sua maneira, da mudança que provém da separação do casal. E todos precisam de tempo para se reconstituírem.

A regra de ouro desse reequilíbrio familiar é não querer precipitar as coisas, dar tempo ao tempo. Ter um papel de bom padrasto e boa madrasta não se faz num só dia, é necessário que haja tacto e discernimento para que esse novo papel seja aceite. A hostilidade dos enteados, frequente no princípio, não deve ser interpretada como um ataque direto à personalidade, mas como o tempo que é necessário para que tudo se restabeleça com naturalidade.

Encontrar o lugar de bom padrasto e boa madrasta
Pais de substituição? Pais adicionais? Ou pais de forma nenhuma? O lugar não é nada evidente! Na maioria dos casos, não se trata de substituir um dos pais.

Trata-se, certamente, de um lugar por tomar, mas um lugar que é preciso criar! Mesmo que um dos pais esteja ausente devido à separação, é sempre pai! Por isso, o lugar do padrasto e madrasta define-se em função do investimento que este está disposto a dar à sua relação com a criança, mas também aquele que as crianças necessitam de encontrar junto de si.

padrasto ou madrasta podem ter um papel central no quotidiano das crianças, mesmo quando estas têm  pais. Por vezes, em casos de desaparecimento total de um dos pais, o padrasto ou madrasta acaba por fazer o papel de um dos pais, sobretudo quando estes são ainda novos.

AS 10 MENTIRAS QUE NOS ARRUINAM A VIDA AMOROSA:

5 de março de 2013

São mitos universalmente aceites… mas será que são tão verdade como isso? Há armadilhas românticas que nos andam a arrasar a vida amorosa sem darmos por isso.

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Antes de se apaixonar pelo homem errado, aprenda a proteger-se contra:

1. O Mito da Beleza

A ideia de que as pessoas mais bonitas atraem mais facilmente um parceiro não só não é verdade (basta pensar na prima Albertina – toda a gente tem uma prima Albertina – que era feia como os trovões e tinha todos os homens que queria) como pode levar-nos a gastar inúteis balúrdios em roupa a vida inteira sem percebermos porque é que não funciona. Devemos ser cada vez mais nós próprias, com cada vez melhor aspecto, por nossa causa, e não para atrairmos um qualquer George Clooney que vá a passar (até porque os Clooneys deste mundo não passam assim com tanta frequência). Além disso, pode ser perigoso passar a mensagem errada: como é que queremos encontrar a alma gémea se passamos a vida a esforçar-nos imenso para parecer uma coisa muito diferente do que somos?

2. O Mito da Alma Gémea

Está bem, que as há, há, como as bruxas, mas tal como as bruxas, qual foi a última vez que viu alguma? O que há são várias almas mais ou menos compatíveis. Se não quiser condenar-se a passar imenso tempo a inventar esquemas para fugir da rotina e para ‘apimentar a relação’ e a ‘dar tempo’ e a visitar terapeutas familiares tenha, mas é o bom senso de escolher alguém com quem seja agradável viver.

3. O Mito do Merecimento

“Ai eu aqui coitadinha tão gira, tão culta, tão esperta, tão loira e tão boa pessoa, não merecia mesmo um Príncipe?” Pois merecia, mas acontece que a vida não é justa, a vida é lógica, e a lógica não é moral. Se viver à espera de ‘retribuição’, vai ter muitas desilusões.

4. O Mito dos Opostos que se Atraem

Pois dizem os psicólogos que não se atraem, não senhora, o que nos atrai, mesmo – especialmente? – em pessoas muito diferentes de nós, é aquilo em que se parecem connosco. E sim, os valores e os hábitos e o meio e se gostam ou não de step ou feijoada ou das Caraíbas é importante, mas, também dizem os psicólogos, as relações mais sólidas nascem entre pessoas que tiveram infâncias ou experiências de vida idênticas.

5. O Mito da Primeira Vez Tem de ser Ótima

A culpa é do cinema. E das telenovelas. E dos romances. Fizeram-nos tal lavagem ao cérebro desde que começamos a ter idade para ver cenas de sexo que a partir daí acreditamos piamente que tudo acontecia assim, naturalmente, sem atropelos, sem sutiãs encravados nem sapatos malcheirosos nem mãos desajeitadas nem óculos a atrapalhar… Se a primeira vez não viu fogo de artifício, não desanime. Tudo se treina.

6. O Mito da Honestidade

“Olha, ó João Carlos, antes que me dês um beijo na boca deixa-me que te diga que já tive 34 namorados antes de ti, especialmente o Vasco que era um monumento de homem até me dar uma grandiosa tampa, sou psicótica com as dietas e só como meia folha de alface por dia, por acaso não tenho os dentes verdes, não? Ah, adoro beber até cair para o lado, também adoro crianças e estou louca para ter uma equipa de futebol, mas tenho uma verruga vaginal que me incomoda imenso, sabes que em Portugal as mulheres ainda ganham menos do que os homens?, olha importas-te que vá à tua casa de banho, o jantar caiu-me mal” (depois não se esqueça de voltar e dizer “Não vás lá agora”) e por último a machadada fatal: “A minha mãe vai gostar tanto de ti!” Não seja honesta! Pelo menos no primeiro dia! Não pronuncie NUNCA a palavra ‘fofinho’. Diga-lhe o mínimo indispensável e ouça muito. E tente descobrir em que partido é que ele vota. Isso sim é importante.

7. Mito das Festinhas

Mas que mania feminina que depois de grande sessão de cama eles têm de ficar num ‘encore’ a fazer-nos festinhas! É como se depois de uma aula de body combat se tivesse que ficar a fazer festinhas no treinador. Deixe as festinhas para quando ele acordar.

8. O Mito da Compatibilidade

Lá porque se divertem imenso e vão ao cinema e jantar fora, não quer dizer que consigam aguentar uma relação de chatices diárias, com casas para pagar, louça para lavar, banheira para partilhar, e a adrenalina em baixo. Mas claro que muitas vezes isso só se descobre experimentando, não é…

9. O Mito do Resgate

Há de vir alguém (alto, louro e com dinheiro) resgatá-la à sua triste vida, mesmo que esteja sentadinha em casa a bordar Mickeys em ponto-cruz. Só se for o homem da pizza – isto se mandar vir uma pizza, obviamente – e se o homem da pizza for psicopata daqueles que olham para uma pessoa e ficam instantaneamente apaixonados, porque de outra maneira, quem fica à espera arrisca-se a esperar para sempre.

10. O Mito da Dependência

Só conseguimos ser felizes com outra pessoa e essa pessoa há de nos dar aquilo que lhe damos a ela. Mentira: nem precisamos desesperadamente de outra pessoa nem o amor é assim tão matemático. Dedique-se a ser feliz sozinha para aprender a ser feliz a dois.

MÁRIO SOARES DIZ QUE “GRÂNDOLA” É UMA CANÇÃO “ATUAL”
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O ex-Presidente da República Mário Soares afirmou hoje que “Grândola Vila Morena” é uma canção “atual”, que sempre gostou “de ajudar a cantar”, e disse esperar que a manifestação convocada para sábado seja “interessante”.
As declarações do fundador do PS foram proferidas à chegada a uma sessão de homenagem ao escritor Aquilino Ribeiro pelos 50 anos da sua morte, no Panteão Nacional, onde estão os seus restos mortais.
Na sua primeira aparição pública após ter estado hospitalizado, Mário Soares foi questionado pelos jornalistas sobre se “Grândola Vila Morena”, que tem sido entoada em protestos contra o Governo, é uma canção do seu agrado: “Sem dúvida”, respondeu.
“Eu quando cheguei depois de quatro anos e meio de exílio e de expulsão do país, em França, comecei logo a ouvir a Grândola Vila Morena, eu sou mau cantador, tenho mau ouvido, mas de qualquer maneira gostei sempre muito de também ajudar a gritar e a falar e a cantar Grândola Vila Morena”, disse.
Soares considerou ainda que este “é um tema que é atual”.
Já sobre a atual liderança do PS e as notícias sobre a candidatura de António Costa, há algumas semanas, Mário Soares respondeu: “António José Seguro é o líder do partido ao qual eu pertenço”.

Ouça a música “Grândola Vila Morena” a seguir.

TRÁFEGO NAS AUTOESTRADAS DA BRISA CAI 14% EM 2012
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O tráfego nas autoestradas da Brisa caiu 14% em 2012, quando comparado com o período homólogo, o que levou a uma redução de 11% nas receitas de portagem, para os 469 milhões de euros.
Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Brisa explicou que o tráfego rodoviário registou uma “quebra significativa”, tendo o tráfego consolidado decrescido 13,7% face ao valor registado em 2011, atribuindo essa queda nas concessões nacionais à “recessão económica”.
Esta redução no tráfego teve “um forte impacto nas receitas de portagem”, que, no último ano, diminuíram 11% para os 469 milhões de euros.
O tráfego da concessão Brisa (BCR) decresceu 13,7%, tendo a concessão, a que correspondeu uma quebra de 10,5% nas receitas, enquanto a concessão Atlântico registou uma variação negativa de 12,7%, mas de apenas menos 0,6% nas respetivas receitas de portagem.
Em contrapartida, a concessão NWP nos Estados Unidos registou um aumento de tráfego de 5,5% e de 0,3% nas receitas.
No último ano, os proveitos operacionais consolidados atingiram os 590,8 milhões de euros, representando um decréscimo de 10,7% face a 2011.

RETOMADO APOIO FINANCEIRO AO CINEMA PORTUGUÊS

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Os concursos de apoio à produção cinematográfica, suspensos há mais de um ano, vão ser retomados com um orçamento de 10,1 milhões de euros.
O Instituto do Cinema e Audiovisual (ICA) anunciou que, a partir desta quinta-feira, estão abertas as candidaturas aos concursos de atribuição de subsídios e apresenta a calendarização nas várias categorias com efeito para 2013, ou seja, não é tido em conta qualquer concurso de 2012.

Com um total de 10,19 milhões de euros, o calendário estipula, por exemplo, 2,4 milhões de euros para o apoio à produção de longas-metragens de ficção, um milhão de euros para o programa de primeiras obras de longa-metragem de ficção e 600 mil euros para curtas-metragens de ficção.

O programa de apoio à exibição comercial é contemplado com 150 mil euros, enquanto o concurso de apoio anual à realização de festivais em Portugal terá 500 mil euros.

O anúncio da reabertura dos concursos acontece dias depois da regulamentação da nova lei do cinema – essencial para que esta seja aplicada – ter sido publicada em Diário da República.

Em comunicado, a secretária de Estado da Cultura anunciou, entretanto, que, em fevereiro, prosseguem “as consultas aos diversos agentes do setor do cinema e do audiovisual, para concluir o processo já iniciado no passado mês de dezembro, de regulamentação da parte programática e funcional da lei”.

Os apoios financeiros do ICA estavam suspensos desde outubro de 2011, mês em que deveria ter sido publicado o calendário referente a 2012.
A ausência de subsídios levou, na altura, vários agentes do setor do cinema, sobretudo produtores e realizadores, a alertarem para uma situação que descrevem de paralisia, coma, asfixia, agonia, e a apelarem para a efetiva aplicação da nova lei do cinema.

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